
terça-feira, 31 de maio de 2011
Aprovado pelo MEC!

segunda-feira, 16 de maio de 2011
Mas e a crise na grécia, hein?
A algumas primaveras atrás, ocorreram muitas crises financeiras. Na América latina o primeiro a entrar foi a Argentina, mais alguns anos e países como é Portugal, Irlanda, Espanha e a Grécia. Mas as pessoas realmente não sabem como ocorreu a crise, principalmente na Europa. Irei lhe explicar o que ocorreu na Grécia que foi o primeiro a sentir o medo da falência total.
No país de Platão, os a crise tomou proporções violentas, os protestantes atearam fogo numa agencia bancaria, matando 3 pessoas. Alem de greves em aeroportos, escolas e hospitais, tudo isso contra o pacote do governo. Nos últimos 10 anos o governo fez empréstimos e gastou pesadamente, quando estourou a crise financeira mundial a Grécia se viu numa péssima situação.
Os países tem o estado que fazem os gastos para as funções do próprio estado. O dinheiro para tais gastos vem da cobrança de impostos da sociedade, mas o dinheiro vindo dos impostos não é suficiente para suprir os gastos do estado.
No caso da Grécia, como ocorre em muitos países, o país pede empréstimos ao banco central para que possa fazer suas funções, por sua vez, o dinheiro que vem dos bancos não pertence a eles e sim ao publico, que empresta esse dinheiro ao banco por que ganha uma taxa de juros de 2,5%, o banco gasta uma taxa desse dinheiro e empresta o restante à Grécia retornar o dinheiro as funções de estado. O fato de a Grécia pedir dinheiro emprestado implica que em algum momento terá que aumentar os impostos, para devolver o dinheiro ao banco mais os juros, até então não há nada de errado, pois o mundo sempre funciona assim em todos os países.
Supondo que a Grécia gasta dinheiro exageradamente e vai pedindo empréstimos ao banco, chega um momento em que o banco não dá mais dinheiro para a Grécia pelo fato do banco não estar mais sendo pago, ou a Grécia estando com problemas para pagar os juros, mas caso a Grécia não devolve o dinheiro ao banco, o banco não retorna o dinheiro ao publico, e assim o banco vai ter que repor do bolso dele tendo prejuízo. O risco da Grécia aumenta, acontecendo com que os investidores, ou seja, o publico pare de emprestar dinheiro que é destinado à Grécia.
Já que o publico parou de investir na Grécia por estar em risco, o país procura outro tipo de investidor, o investidor de risco. O investidor de risco empresta dinheiro ao país em risco, mas com uma alta taxa de juros, com a medida que a Grécia vai aumentando as despesas, os custos de financiamento aumentam também. Existe outra alternativa quando um país sofre um grande risco que é o banco contratar um seguro de crédito, o seguro de crédito funciona como o seguro de um carro por exemplo, se acontecer um evento de que a Grécia não pague, o seguro cobre, assim o banco tem dinheiro necessário para retornar os depósitos tomados do publico, o custo do seguro é a diferença entre o custo dos investimentos de risco e os investidores públicos, ou seja, o custo final acaba sendo o mesmo, mas a Grécia pega pois é a única alternativa que lhe resta.
Supondo que os gastos da Grécia continuam aumentando, mantém o mesmo mecanismo, pegando dinheiro dos investimentos arriscado ou do seguro de crédito, enquanto aumenta a demanda os juros dos investidores e do seguro de crédito também aumentam justo com os custos e as despesas da Grécia, portanto aumentando o risco. A divida grega chegou a valer 7% ao ano, o que é um absurdo comparado aos históricos financeiros europeus.
Os fundos de cobertura pegam dinheiro dos bancos centrais e do seguro de crédito para fazer dinheiro destinado a Grécia, para a Grécia continuar gastando, é um ótimo negocio aos fundos de cobertura porque eles pagam 4% e aplicam 6%.
Toda essa bola de neve ocorreu porque a Grécia gastou excessivamente, se o país não gasta a mais do que pode, os investidores de risco não são convocados pelo próprio país aplicando seus juros altíssimos, os seguros de créditos desenvolvidos para a Grécia, puxando a taxa de juros a níveis que impossibilitam a Grécia de pagar e assim formando a crise.
Em algum momento a situação irá se resolver. Ou para bem, tudo volta ao normal, ou para o mal. Para isso analisamos uma questão básica:
Existe o potencial de geração de riqueza de uma família e o seu nível de vida, é necessário um equilíbrio entre eles. Tem famílias que possuem a geração de riqueza maior do que o nível de vida; essas famílias poupam, elas têm dinheiro. Tem famílias que é ao contrario; tem um maior nível de vida do que geração de riqueza, essa família visa dinheiro e acaba tendo dividas para poder pagar o nível de vida que ela tem. A família que tem dinheiro se chama China e a das dividas EUA.
Existem países que possuem a geração de riqueza muito inferior ao nível de vida, para manter esse nível de vida a não ser contratar dividas, mas em algum momento essa capacidade de contrarar dividas de financiamento acaba. Então é necessário que uma nova realidade seja implantada para que haja equilíbrio. Para isso a riqueza deve aumentar e a divida vai diminuir. A forma mais fácil é através de uma desvalorização no nível de vida, isso faz com que as pessoas acordem mais pobres e com menos dividas. Com pessoas mais pobres a mão de obra fica mais barata, então esse pais começa a exportar mais, aumentando a riqueza e equilibrando tudo novamente.
Na Grécia o nível de vida é igual o da Alemanha, mas é como se a riqueza gerada fosse igual a da Bolívia, com todo o respeito, obviamente essa situação não pode se manter por muito tempo. A desvalorização é inaceitável para um país que esta na UE, então a Grécia esta com um cambio fixo similar a da Argentina no ano 2000. Os gregos criaram o ajuste clássico, pois a desvalorização esta fora de questão, e como se produz esse ajuste clássico? O estado reduz os gastos públicos e aumentam os impostos, isso gera: recessão, desemprego e salários mais baixos, só para que o nível de vida diminui. Por outro lado vai ter que ter um aumento na riqueza, aumento de produtividade, reformas e investimento. A parte da queda do gasto publico é relativamente fácil, agora a outra parte é difícil e leva bem mais tempo.
A solução da Grécia não é que chegue aos 80 ou 90 bilhões de euros de ajuda, mas a solução é que aquele equilíbrio entre a geração de riqueza e o nível de vida volte aonde à capacidade de renda seja superior aos gastos. Esses 80 bilhões do pacote financeiro servem para que a Grécia pague os juros, empréstimos, dividas e pagar as despesas operacionais até que esse processo de equilíbrio esteja restabelecido. Se esse desequilíbrio que ocorre, por mais dinheiro que coloque agora daqui a alguns meses ou anos esse mesmo problema estará de volta e mais agravado ainda.
A grande questão e se a Grécia vai conseguir diminuir o custo do nível de vida para depois aumentar a geração de riqueza. Eu não conheço nenhum caso de ajuste clássico que tivesse dado certo em uma situação tão agravante assim. Se os países europeus, juntamente com o FMI e o banco mundial, façam com que a Grécia se ajuste sem a desvalorização será uma novidade, mas se a situação se tornar insuportável algum problema serio nós teremos aqui, pois irá acontecer o mesmo que ocorreu na argentina no ano 2000. O governo ficou sem dinheiro para pagar nada e não podia emitir. A solução em curto prazo foi que cada província começou a emitir o seu próprio dinheiro, achando um jeito jurídico que permitisse. Exemplo o Lecop, que era emitido pelo banco nacional da Argentina (espécie de bando do Brasil) em nome de um fundo o que é um absurdo tanto em questões econômicas quanto jurídicas. Mas funcionou! Porque o estado conseguiu pagar as despesas e os salários com isso. Os devedores do estado ou aceitavam isso ou não tinham nada, e assim começou a circular esse dinheiro, mas obviamente que ele valia menos que um peso de verdade.
O plano amargo aumentar os impostos, congelar salários e elevar a idade mínima para a aposentadoria para diminuir o déficit de 13 para 3%. As dividas do país superam os 300 bilhões de euros, 120% do PIB. Alem da Grécia Portugal, Itália, Irlanda e Espanha, os chamados PIGS. Na maior crise da historia do euro, a Grécia ameaça também a economia européia. Isso demonstra que o euro não é suficiente para salvar os países do bloco da falência.
Se a Grécia falir poderá contagiar seriamente a Europa, não só porque ela deve aos bancos da região, mas é a unidade da zona euro que esta
As mentiras da verdade
Após a incrível má sorte, se é que podemos dizer, de sofrer um terremoto e um tsunami e ser o desastre mais caro de toda a história, o Japão teve uma de suas varias usinas nucleares afetadas violentamente. As estimativas é que esses danos ultrapassem US$ 200 bilhões, segundo o centro de Pesquisas de Epidemiologia dos Desastres (Cred), que avaliou o terremoto de Kobe, no Japão, como o segundo pior desastre seguido de perto pelo furacão Catrina.
Apesar das inúmeras perdas de bens materiais e sociais, os japoneses estão trabalhando duramente para manter o país organizado e com condições de vida. É incrível como as coisas acontecem rapidamente por lá, afinal em apenas sete dias nossos amigos de olhos puxados conseguiram construir uma estrada muito melhor do que as que são normalmente encontradas aqui no Brasil.
Toda essa agilidade para reconstrução do país, parte da educação dos cidadãos e também da organização financeira e política do Japão. Não será uma surpresa se o Japão conseguir reconstruir todas as cidades afetadas pelos terremotos e pelo tsunami antes mesmo do Brasil completar as obras do Maracanã para a próxima Copa do Mundo.
Nesses casos sempre ocorrem ocultação de informações Chernobyl é um exemplo claro de como os governos mentem sobre a real magnitude do problema. Um relatório de 600 paginas foi feito enquanto a batalha de Chernobyl ainda estava sendo travada, nesse relatoria dizia que 1198 pessoas já tinham sido hospitalizadas,mas ao mesmo tempo as autoridades diziam que estava tudo bem. Outra passagem afirma que as autoridades mudaram os padrões arbitraria mente, multiplicando por 5 aquela que é considera a dose aceitável pelo corpo humano, ou seja mudando os parâmetros diversas pessoas ficaram boas milagrosamente recebendo alta, foi um ato criminoso. Mas o ato de modificar números, não ocorre só com os soviéticos na primeira conferencia de Chernobyl, que ocorreu a portas fechadas dando detalhadamente os resultados do acidente deixando todos em estado de choque. O especialista que elaborou o relatório dizia que cerca de 40 mil mortes de câncer nas décadas futuras causadas pelo câncer, são cálculos baseados
O Japão já mentiu em relatórios de inspeção a essa usinas nucleares, que visava justamente à segurança e após o desastre sobre a área de proteção que cerca essa usina. O EUA entregou um relatório afirmando que o desastre era bem pior do que os especialistas japoneses afirmavam. Um exemplo é a área de isolamento que de 3km sugerido inicialmente pelo pais da tragédia foi confrontado com os
O elemento que sai de reatores seja em qualquer lugar do mundo, não é o césio ou plutônio, mas a mentira. Uma mentira que se espalha como a radioatividade pelo país e pelo mundo inteiro, afetando milhares de pessoas inocentes. Aparentemente as autoridades esperam que a solução venha dos seus com um segundo Jesus cristo?! O problema tem que ser discutido envolvendo todos os países, pois certamente não é só a terra do arroz que será afetada, mas muitos outros países.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Qual a sua experiência?
Já fiz cócegas na minha irmã só para ela parar de chorar, já me queimei brincando com vela.
Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto, já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violinista, mágico, caçador e trapezista .
Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés para fora.
Já passei trote por telefone.
Já tomei banho de chuva e acabei me viciando.
Já roubei beijo.
Já confundi sentimentos.
Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.
Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro, já me cortei fazendo a barba apressado, já chorei ouvindo música no ônibus.
Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer.
Já subi escondido no telhado para tentar pegar estrelas, já subi em árvore para roubar fruta, já caí da escada.
Já fiz juras eternas, já escrevi no muro da escola, já chorei sentado no chão do banheiro, já fugi de casa para sempre, e voltei no outro instante..
Já corri para não deixar alguém chorando, já fiquei no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, já me joguei na piscina sem vontade de voltar, já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios, já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.
Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente para ver o sorriso de alguém especial.
Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar.
Já apostei em correr descalço na rua, já gritei de felicidade.
Já roubei rosas num enorme jardim.
Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um "sempre" pela metade.
Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol, já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, a vida é mesmo um ir e vir sem razão.
Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num báu, chamado coração.
E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e me pergunta:
"Qual sua experiência?"
Essa pergunta ecoa no cérebro: "experiência...experiência..."
Será que ser "plantador de sorrisos" é uma boa experiência? Não!!! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos! Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta:
Experiência? Quem a tem, se a todo momento tudo se renova?